Patente de 22 de Outubro a 25 de Novembro de 2010
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| II – Lava Tinta da China sobre papel 112X82cm Laércio soares 2010 |
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| Ix - cratera Tinta da China sobre papel 112X82cm Laércio soares 2010 |
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| Viii – crosta Tinta da China sobre papel 112X82cm Laércio soares 2010 |
| PANDORA 2009 òleo sobre tela 100X100 Suzy Bila |
| S/Titulo Tecnica Mista 100X100 Gonçalo Beja da Costa |
| S/Titulo Tecnica Mista 100X100 Gonçalo Beja da Costa |
| Malenga |
| Olhando o mar, sonho sem ter de quê 2009 òleo sobre tela 220X170 Suzy Bila |
| ALELUA 2009 òleo sobre tela 100X140 Suzy Bila |
É a primeira exposição colectiva organizada pelo Movimento de Arte e kultura Luso Africano (MAKALA), e que pretende descortinar fronteiras invisíveis mas sentidas intensamente no que diz respeito á arte e sua relação África versus Ocidente.
Nesta exposição podemos encontrar cinco artistas plásticos Laércio Soares, Nuno Oliveira, Gonçalo Beja da costa e Suzy Bila, sendo que os seus percursos se cruzaram numa determinada época das suas carreiras e de vida. Foram alunos do Ar.Co onde partilharam reflexões que contribuíram para a sua bagagem.
Malenga é um artista que seguiu um percurso paralelo, mas o seu processo de formação seguiu rumo diferente.
O que acentua esse encontro e reencontro é o facto de cada artista Revelar e propor implicitamente sua mudança, crescimento e as suas concepções de forma intensa.
Podemos verificar que na arte não há fronteiras, as novas orientações artísticas, apesar de divergentes partilham um espírito comum “O universal é o local, sem paredes” Miguel Torga. A arte como linguagem de uma época dirigida ao mundo, como uma manifestação crítica e reflectida por si, quebra qualquer barreira.
Laércio Soares, Gonçalo Beja da Costa, Nuno Oliveira, Malenga e Suzy Bila Cada um com a sua sensibilidade, harmonia e inteligência quebram as barreiras e olham a arte como uma manifestação reflectida no encontro com o eu. Numa satisfação estética desligada de qualquer fim subjectivo.
Onde África e Portugal se unificam numa só linguagem ARTE- origens sem origem.
Maria Suzete Bila



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